Casamento: como planejar financeiramente a vida a dois

Casamento é um passo muito importante, tanto para o homem quanto para a mulher. Por isso, para tornar o sonho realidade é preciso um planejamento criterioso. Decidir como serão organizadas as finanças deve ser o primeiro assunto a ser conversado, visto que essa é uma das principais causas de discussão e até separação, atualmente.

E a relação entre dinheiro e os casais está longe de ser a ideal, hoje são poucos os casais que conversam sobre finanças. Geralmente isso ocorre  em períodos de crise ou quando a situação já está meio que insustentável. Mas, como fazer?

Não há fórmula certa para se seguir. O casal apenas deve decidir de que forma se organizará – como vai pagar as contas, quanto cada um vai depositar para investimentos, etc – e ter disciplina para cumprir o acordado. A conversa é o verdadeiro segredo para uma união estável e para evitar que problemas financeiros interfiram na vida do casal.

Para tanto, é importante que se faça um diagnóstico da vida de ambos, anotando quanto cada um ganha e quais serão as despesas fixas inevitáveis, que se relacione quais são os sonhos de curto, médio e longo prazos (individuais e coletivos) e, claro, que se poupe para a realização deles e também para se ter uma reserva, em caso de emergências.

Desde o início de uma vida a dois é preciso buscar uma base sólida para que o relacionamento possa ser duradouro, até porque, as conversas e os objetivos de ambos sempre indicam para o futuro. É preciso que se estabeleça os objetivos comuns do casal, como a casa própria, o carro ou ainda viagens.

 

Abaixo, 5 orientações do educador financeiro Reinaldo Domingos para que um casamento tenha sucesso:

  1. O casal deve se reunir e falar sobre o tema, considerando os dados atuais das finanças de todos, sendo importante um retrato de um mês de cada parceiro. E também planejar a vida futura a dois;
  2. Ao analisar o padrão de vida que deverão ter, na maioria das vezes é necessário ajuste, o que pode gerar desavenças, assim paciência e busque sempre meio termo;
  3. Definir os sonhos, objetivos de curto, médio e longo prazo, respeitando os sonhos de cada um e os sonhos em conjunto;
  4. Defina o valor que será guardado e onde será feito o investimento a ser alocado para cada sonho e também como será o investimento, se individual ou em conjunto;
  5. Caso não tenha filhos, é preciso planejar, caso deseje, e quanto terá que investir. Caso já tenha, busque considerar o futuro desse;
  6. Não se esquecer de planejar a independência financeira do casal (aposentadoria).
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