Campanha em defesa dos animais faz Inglaterra repensar leis sobre comércio de cães e gatos

A partir de outubro, a venda de mascotes com menos de dois meses de vida será proibida

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Foto: Alvarélio Kurossu / Agencia RBS

Uma cadelinha chamada Lucy tem motivado debates sobre os direitos dos animais na Inglaterra. Em 2013, ela foi resgatada de uma fazenda onde sofria maus tratos. Após Lucy passar cinco anos sendo obrigada a ter filhotes para serem vendidos, a história da cadelinha tem comovido os ingleses. As informações são do G1.

Os novos donos de Lucy resolveram criar uma petição online, pedindo o fim de lugares que são conhecidos como fazendas de filhotes, semelhantes ao que foi abrigo de Lucy por anos. Assinada por mais de 150 mil pessoas, a petição fez o governo se comprometer a tentar providenciar uma solução para garantir o bem-estar dos animais.

A primeira decisão tomada foi a de proibir que animais com menos de dois meses de vida sejam vendidos em pets shops ou em criadores licenciados. A partir de outubro, todos devem respeitar a nova regra.

Uma consulta pública foi aberta nesta quarta-feira (22) para saber se os moradores desejam banir comerciantes que fazem a ponte entre compradores e criadores de filhotes. Se virar lei, a venda de animais menores de seis meses será proibida. Aqueles que desejarem ter um gato ou um cão ainda filhote deverão procurar em locais licenciados ou adotar em abrigos para animais abandonados.

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