Dietas da moda: um problema para quem quer garantir uma vida saudável e feliz

A prática de uma rotina alimentar saudável trará impactos positivos e duradouros na sua qualidade de vida e autoestima

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Foto: Pexels

O verão está chegando e muita gente está torcendo para perder alguns quilinhos quase que milagrosamente. O pior de tudo é que cada vez mais encontramos na mídia e nas redes sociais informações sugerindo práticas milagrosas e dietas da moda para emagrecer, ou que prometem a cura e prevenção de doenças, dentre outros benefícios praticamente inacreditáveis. O mais preocupante de tudo é que essas informações sobre as práticas “milagrosas” podem ser tão convincentes que as pessoas acreditam nelas e passam a praticar tais estratégias.

É aí que muitas vezes o tal do efeito “sanfona” vem, e em alguns casos, as dietas chegam a ser tão restritivas que favorecem o surgimento de transtornos na alimentação, como compulsão alimentar, quando a pessoa não consegue mais ter o controle sobre a quantidade e qualidade da sua alimentação.

Infelizmente, sites, blogs e a população em geral ainda referenciam o corpo magro como padrão estético, de beleza e de sucesso. Mas é preciso dizer que o importante para a saúde não é ter um corpo de revista, mas sim indicadores de um estado nutricional satisfatório, e que estes variam de pessoa para pessoa, pois são levados em consideração diversos fatores, e não apenas o peso corporal. Por isso, queridos leitores, reforçamos que é a prática de uma rotina alimentar saudável que trará impactos positivos e duradouros na sua qualidade de vida e autoestima.

Os riscos das dietas da moda:

* São dietas focadas na restrição de nutrientes e/ou grupos alimentares específicos. Por exemplo: dieta Atkins, dieta Dukan, dieta sem glúten e sem lactose sem orientação de nutricionista e sem que a pessoa tenha nenhum tipo de intolerância ou alergia alimentar, dieta low carb, dietas de blogueiras fitness.

* Normalmente são dietas insustentáveis, que não conseguem ser adotadas por muito tempo, em função da alta restrição de alimentos.

* Não levam em consideração as individualidades de cada pessoa (idade, prática de atividade física, rotina alimentar, rotina laboral, histórico familiar de doenças, exames laboratoriais, etc), tão pouco as questões sociais e culturais (como locais onde a pessoa faz as refeições, tradições alimentares, religião, etc).

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