Bruno Gagliasso estreia em O Sétimo Guardião e afirma: “Gosto de atuar no que me desafia”

Nesta entrevista, o ator fala sobre a parceria com Marina Ruy Barbosa, os papeis no cinema e na TV, projetos futuros e a experiência como empresário

Bruno Gagliasso
Foto: Estevam Avellar/TV Globo/Divulgação

Bruno Gagliasso estreia nesta segunda-feira, dia 12, como Gabriel na novela O Sétimo Guardião, de Aguinaldo Silva. Ele faz par romântico com Marina Ruy Barbosa, que vive Luz na trama. Marina também é parceira de cena de Bruno no filme Todas as Canções de Amor, que estreou neste mês. Nesta entrevista, o ator fala sobre a parceria, os papeis no cinema e na TV, projetos futuros e a experiência como empresário.

Em novembro você estreia o filme Todas as Canções de Amor e a novela O Sétimo Guardião, ambos ao lado de Marina Ruy Barbosa. Os dois trabalhos prometem bastante. Qual a sua expectativa tanto para a novela quanto para o filme? O que podemos esperar?

O filme veio antes de O Sétimo Guardião. Marina e eu nos damos muito bem, somos amigos. Mas cada trabalho é um encontro novo, porque os personagens são diferentes e o contexto também, ainda que sejamos um par romântico. Atuar com ela é sempre ótimo, porque ela é dedicada, estudiosa.

Seu nome está consolidado na dramaturgia brasileira. Prefere atuar no cinema ou na TV? Que diferenças você percebe entre estas duas áreas?

Eu gosto de atuar no que me desafia. Costumo dizer que nunca um trabalho é igual ao outro. Seja no cinema ou na TV. No cinema tudo é mais intenso, rápido e já sabemos o enredo do começo ao fim. Na TV, temos um tempo de trabalho maior e nada é definitivo, pois o personagem vai desenrolando ao longo da trama.

Você também está no elenco de Marighella – O Filme, que marca a estreia de Wagner Moura na direção. Pode falar sobre seu personagem?

Atuar no filme de estreia do Wagner Moura foi um presente. Eu farei o papel de um dos policiais que perseguem e torturam Carlos Marighella. O filme tem um roteiro incrível e conta os passos do baiano Marighella, ex-deputado, poeta e guerrilheiro brasileiro que foi assassinado pela ditadura militar em 1969.

Conhecia a história de Marighella? A trajetória dele o inspira pessoalmente? Acredita que um filme como este, que remete à época da ditadura militar no Brasil, ajuda a recontar a história do país?

Eu fiz uma imersão na história para construir meu personagem. Conhecer a própria história do país é fundamental para compreendermos a sociedade em que vivemos. Ele é um símbolo da resistência em uma época cruel para políticos e artistas e, sem dúvida, merece ser fonte de inspiração.

Fora das telas, você também atua como empresário e mantém uma pousada em Fernando de Noronha. Porque optou por esta área? Sente-se satisfeito com sua vida profissional?

Minha profissão é a de ator. Mas todo negócio que topo entrar é porque faz algum sentido para mim. A Maria Bonita, por exemplo, está no lugar que mais amo no mundo, que é Noronha.