Enxaqueca: uma dieta balanceada pode ajudar você a reduzir e evitar as crises

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A enxaqueca, esse mal que atinge pessoas de todas as idades, mas principalmente mulheres, se caracteriza por um distúrbio neurovascular crônico com episódios de cefaleia associado ou não a sintomas como: náuseas, vômitos, dor no pescoço, dor muscular fotofobia (sensibilidade ou aversão à luz), fonofobia (sensibilidade a sons altos) e, em casos mais intensos, até distúrbios de visão, sensoriais, dentre outros.

Muitas vezes vemos pessoas com enxaqueca que se sentem incapacitadas de realizar afazeres normais da vida. Quem passa por essas situações, diz que é terrível e limitador.

Segundo o Ministério da Saúde, de 5% a 25% das mulheres sofrem de enxaqueca, isso se dá a partir da adolescência, em uma proporção de duas a três mulheres afetadas para cada homem. Um dos agravantes nas mulheres é o ciclo menstrual, quando se desencadeiam as crises com mais frequência e intensidade, normalmente antes e durante menstruação, por conta das desordens hormonais, principalmente dos níveis de estrógeno.

É é uma doença hereditária e não tem cura, mas pode ser controlada com hábitos de vida saudáveis e uma alimentação balanceada. Os alimentos ajudam principalmente a prevenir novas crises.

E de fato os alimentos que melhoram a enxaqueca são aqueles com propriedades calmantes, ação anti-inflamatória e antioxidante, pois atuam no cérebro liberando substâncias que diminuem a inflamação e promovem o bem-estar.

Pensando nisso relacionamos algumas dicas importantes:

O que evitar:

Café, chá verde, chá branco, chá preto, leite e queijos amarelos, chocolate, vinho tinto, amendoim, temperos prontos (e tudo o que contenha glutamato monossódico), frutas cítricas, embutidos em geral (como presunto, salsichas, bacon, salame, etc), defumados, ultraprocessados e produtos diet feitos com aspartame e/ou sucralose. Além disso, ficar longos períodos sem comer.

Recomenda-se:

Beber bastante água (no mínimo dois litros/dia), consumir castanhas, gengibre, feijão, cereais integrais como arroz integral e macarrão grano duro, alimentos fonte de ômega 3 (peixes, linhaça dourada) e alimentos ricos em vitaminas do complexo B, magnésio e selênio.

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