Exercícios que vão bombar em 2019: confira a lista das tendências

Em sua 13ª edição, a pesquisa não sofreu grandes variações em relação aos anos anteriores

Foto: Marco Favero

O Colégio Americano de Medicina do Esporte (American College of Sports Medicine, ACSM) anunciou a famosa lista das tendências de exercícios o ano seguinte. Em sua 13ª edição, a pesquisa não sofreu grandes variações em relação aos anos anteriores. Abaixo, elencamos as cinco primeiras colocadas:

1º) Tecnologias “vestíveis”
Na lista desde 2016, essa tendência foi a número 1 na sua estreia, em 2017, e caiu para a terceira colocação em 2018. Abrange rastreadores, dispositivos para monitorar os batimentos cardíacos, controlar calorias e horas sentado.

2º) Treino em grupo
Pelo segundo ano consecutivo, as aulas com mais de cinco alunos ostentam a segunda colocação do ranking. A grande sacada das aulas coletivas de bike indoor, step ou dança, por exemplo, é a questão motivacional que o grupo favorece.

3º) High-Intensity Interval Training (HIIT)
Mais resultado em menos tempo: a proposta tentadora não deve sair de moda tão cedo. Por isso, nos últimos cinco anos essa modalidade está entre as cinco mais populares. Em 2014 e 2018, ela foi a medalha de ouro. A ideia dessa modalidade é enfatizar atividades de alta intensidade intercaladas com períodos de descanso ou recuperação.

4º) Programas para adultos mais velhos
Há um bom tempo longe do topo da lista, esse tipo de atividade prioriza os exercícios direcionados para as gerações mais velhas, à medida que a população está vivendo, trabalhando e mantendo a saúde por mais tempo. É uma das novidades no top cinco para 2019.

— O exercício melhora o equilíbrio e a força, o que também impacta na resistência às atividades diárias — justifica a profissional de Educação Física Luciane Citadin.

Segundo ela, mais importante do que fazer exercícios na velhice é começar cedo:

— A pergunta é: como você quer envelhecer? — destaca.

5º) Treino com peso do corpo
Menos equipamento e mais peso corporal: essa é a proposta dessa modalidade que tem se mantido no topo nos últimos anos. Uma das grandes vantagens, segundo o ACSM, é que isso acaba barateando o exercício, pois não exige aparelhos.

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