Tudo o que você precisa saber antes de vacinar seu filho

Com a proximidade das férias e muitas fake news circulando na internet, montamos uma guia completo para tirar todas as dúvidas

Foto Camille Reis/Diário Catarinense

Na hora de vacinar os filhos muitos pais ficam cheios de dúvidas. Afinal, a vacina pode fazer mal? Quais cuidados são necessários antes de encarar uma viagem? Existem diferenças entre as vacinas da rede pública e das clínicas particulares? São muitas informações e num momento em que a disseminação de notícias na internet tem mais atrapalhado do que ajudado, é importante esclarecer alguns pontos relacionados à imunização.

Com o apoio da Clínica Imunizar, referência no atendimento a crianças e adultos em Florianópolis há mais de 17 anos, reunimos algumas informações essenciais para esclarecer os principais pontos.

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A Clínica Imunizar atua há 17 anos e trouxe um novo conceito na imunização de crianças e adultos Foto: Camille Reis/Diário Catarinense

Vacinar não é opção, é obrigação

É incrível que nos dias de hoje, com tanto acesso à informação, algumas mães ainda coloquem em dúvida a importância da vacinação nas crianças. No ano passado a taxa de imunização foi a pior dos últimos 12 anos e doenças já erradicadas no Brasil voltaram a ser motivo de preocupação entre autoridades sanitárias e profissionais de saúde.

Obrigatória desde os anos 70, garantida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, a vacinação nas crianças protege contra uma série de doenças graves e evita muitos casos de morte. E se engana quem pensa que apenas as famílias mais pobres, por falta de informação, deixam de vacinar os pequenos. Uma pequena parcela da população que é contra a vacina, curiosamente, faz parte de classes sociais mais abastadas e geralmente adere à causa por questões religiosas, de modismo ou naturalismo.

Existem ainda algumas famílias que optam por “pular” algumas vacinas por medo dos efeitos adversos. Entre elas está a que combate o rotavírus, que motiva uma série de depoimentos de pais e mães nas redes sociais, muitos deles falsos, mas que acabam viralizando. Vale lembrar que a infecção pelo rotavírus é a principal doença diarreica grave em crianças, sendo responsável por um grande número de internações. “É preciso entender que as vacinas estão entre as grandes causas da maior longevidade da população, neste último século, ao lado de melhores condições sanitárias e hábitos de vida. As vacinas não fazem mal, as reações são brandas, e certamente as pessoas que não estão vacinadas só estão protegidas porque existem outras vacinadas à sua volta”, alerta a pediatra neonatologista e diretora técnica da Clínica Imunizar, Marilene Momm.

Espaço Kids da Clínica Imunizar, em Florianópolis

Quais os cuidados antes de viajar

Com o período de férias se aproximando muitas famílias começam a programar as viagens. Em tese a criança que está com a caderneta de vacinação em dia está protegida, mas é bom se atentar ao destino escolhido para ver a necessidade de alguma vacina específica.

Vale o alerta, por exemplo, para a vacina da febre amarela. Desde o surto no final do ano passado houve campanhas nas regiões mais afetadas, como os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, mas como no verão há uma maior circulação do vírus, o recomendável é que seja feita a imunização antes desse período.

Viajar para destinos tropicais também requer alguns cuidados obrigatórios. As vacinas são cruciais pois evitam que a pessoa contraia doenças locais e ainda traga um vírus na bagagem. Além da famosa diarreia, as hepatites A e B e a febre tifoide estão na lista das principais infecções contraídas por viajantes, e todas podem ser evitadas com vacinas.

Outra vacina que não pode ficar de fora da relação é a meningocócica ACWY, que protege de vários tipos de meningite e está disponível na rede privada. Tanto crianças quanto adultos precisam estar imunizados. Caso você não tenha tomado as doses na infância, vale a pena conversar com um médico antes de encarar a viagem.

Há ainda aquelas vacinas que são exigidas para entrar em determinados países. Procure se informar com antecedência sobre quando você precisa tomar a dose. O planejamento da viagem é um bom momento para tirar a carteirinha de vacinação do fundo da gaveta e colocá-la em dia.

Entenda as diferenças das vacinas na rede pública e privada 

Quem tem filho sabe que a saúde da criança vem sempre em primeiro lugar e especialmente nos primeiros anos de vida existe uma série de vacinas que precisam ser aplicadas para proteger os pequenos de doenças graves. Quando chega o momento da imunização muitos pais recebem a informação de que algumas são fornecidas pela rede pública e outras só podem ser encontradas em clínicas particulares, mas poucos sabem exatamente qual a diferença entre as vacinas.

Vale destacar que mesmo aquelas que, em tese, são encontradas tanto na rede pública quanto na privada possuem diferenças. Na grande maioria dos casos as vacinas oferecidas pelas clínicas particulares cobrem um número maior de cepas (que são as variações dos vírus ou bactérias), além de provocarem menos reação. Um bom exemplo é o da pentavalente, aplicada a partir dos dois meses de vida e que costuma causar febre, dor e irritabilidade nos bebês, mas que na rede privada é substituída pela hexavalente. “A hexa agrega a pólio inativada – a salk – e possui um componente acelular na tríplice bacteriana – DTP – a tornando bem menos reatogênica”, explica a pediatra neonatologista e diretora técnica da Clínica Imunizar, Marilene Momm. Também entram nesse caso as vacinas pneumocócicas, do rotavírus e da gripe, que são mais completas na rede particular.

Existem ainda outras vacinas que são oferecidas somente nas clínicas privadas, como as que protegem contra a meningite B e a chamada ACWY. Nos postos de saúde a cobertura é apenas contra o tipo C. É importante destacar que em Santa Catarina, no ano de 2018, 41% dos casos confirmados de meningite são do tipo W e 17% do tipo B, segundo o último boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica do Estado. Para quem ainda está à espera do bebê fica a recomendação de que muitas dessas vacinas devem ser aplicadas também na gestação.

Vacinas oferecidas somente na rede particular

Escolha um local especializado e confiável

Todas as dúvidas sobre os tipos de vacinas e suas recomendações podem ser tiradas num local especializado. Em Florianópolis, a Clínica Imunizar atua há 17 anos e trouxe um novo conceito na imunização de crianças e adultos, com atendimento personalizado e humano. Além disso, está entre as maiores clínicas do país no serviço de aplicação de vacina contra gripe.

Com equipe capacitada e estrutura confortável para atendimento, a clínica está localizada na região central de Florianópolis e dispõe de um amplo espaço kids e área de amamentação. Por ser específica para vacinação oferece mais segurança às crianças que não entram em contato com outras pessoas doentes.

Área de amamentação da Clínica Imunizar

Entre os diferenciais da clínica também está o atendimento pré-vacinal para orientar das vacinas disponíveis para públicos específicos em todas as faixas etárias: recém-nascidos, prematuros, crianças, trabalhadores de diferentes áreas, mulheres, idosos, entre outros. Os profissionais que atuam na Imunizar oferecem ainda todo o atendimento pós, com orientações sobre possíveis reações e os cuidados necessários.

Mais informações pelo WhatsApp: (48) 99108-1081.

Bianca, Juliana e Dona Elaine atendem fazem parte da equipe que oferece um atendimento humano e de qualidade na clínica Imunizar
Foto: Camille Reis/Diário Catarinense

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