Não é só de cerveja que vive o verão! De vinho também!

Fotos: Daniel Conzi/Divulgação

Verão, sol, praia. Basta começar esquentar para os veículos de comunicação se encherem de propagandas de cerveja. No Brasil ela é quase uma unanimidade e combina totalmente com a estação. Mas não é só de cerveja que vive o verão! Os amantes do vinhos podem ficam tranquilos, porque existem várias opções para serem apreciadas no calor. De espumantes a tintos leves, há uma grande variedade disponível no mercado, de rótulos nacionais a conhecidos e famosos rótulos internacionais.

Para o especialista em vinhos da Decanter, Renato Rita, o verão é uma ótima época para experimentar vinhos refrescantes que têm tudo a ver com a estação.

Especialista Renato Rita

— O segredo é saber escolher. Existem exemplares ideias que podem ser desde os mais leves e com notas mais suaves até os tintos. Com a combinação certa, a história que vinho é bebida de inverno cai por terra.

Renato Rita explica que os espumantes, os vinhos brancos mais refrescantes e os tintos de preferência aos mais leves, e sem muita ou nenhuma madeira, são ótimas pedidas para os dias mais quentes.

— Existe no mercado uma linha de espumante chamada Bossa, bem brasileiro até no nome. São seis que formam a coleção: Bossa Brut, Rosé, Demi sec, Prosseco, Moscatel e o Bellini, sendo esse último um coquetel de espumante com suco natural de pêssego e baixíssima graduação alcoólica, em torno de 4%.

Ele também ressalta os vinhos brancos, como Sauvignon Blanc, Alvarinhos e Rieslings.

— Os vinhos brancos produzidos na Serra Catarinense são perfeitos para a estação.

A última edição da Confraria do Vinho Itapema, que acontecerá no dia 5/12, na Alameda Casa Rosa, é uma oportunidade para conhecer os vinhos da estação. Em todas as edições são apresentados novos e inusitados rótulos pela Decanter. (Ingressos aqui)

— Temos a preocupação e desapego em colocar vinhos à altura do evento. Nunca são os vinhos básicos apresentados, revelando nesses anos um leque de dezenas de rótulos inéditos ao mercado. Aliás, essa é mais um forte apelo da Confraria, sair da mesmice, quebrando o medo das pessoas experimentarem o novo —, explica Renato.