Por que os homens só pensam naquilo?

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SEXO! Nada motiva tanto o homem do que essa palavrinha de 4 letras! É claro que a mulherada também pensa (e muito) em sexo, isso não se pode negar. Aliás, elas estão muito mais abertas ao assunto, conversam muito a respeito, esclarecem suas dúvidas e se tornam cada vez mais exigentes.

A fama e a real necessidade da procura pelo sexo, indiscutivelmente, ainda é da ala masculina. Se você parar para pensar, o sexo está mais presente na nossa vida do que imaginamos. Não só no ato em si, mas está na publicidade, está nas redes sociais, está no pensamento… é difícil se desvincular disso.

É de praxe falar que os homens só “pensam naquilo”, e não é porque nós homens somos promíscuos ou tarados. Não, não! Tudo é uma questão de realidade tanto cientifica quanto comportamental. E eu vou te provar isso!

Cérebros dos homens e das mulheres são diferentes

Segundo os estudiosos da anatomia humana, o cérebro masculino apresenta uma área comportamental de interesse sexual cerca de 2,5 vezes maior que o cérebro feminino. Isso, aliado a bomba de testosterona, o hormônio sexual masculino, durante a puberdade, faz com que os homens acabem pensando mais em sexo e tentando buscá-lo mais afundo para satisfazer seus desejos e impulsos. Há até relatos de que nessa fase da vida, os homens se apaixonam mais que a mulherada, exatamente pelo mesmo motivo. Curioso né!

O que os homens jamais devem fazer na hora do sexo
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Diferenças genitais também contam

Que os órgãos sexuais são diferentes, isso não é novidade para ninguém. Mas você já parou para refletir sobre o que essas diferenças podem trazer em relação à busca pelo sexo? Por ser exposto, nós homens, desde pequenos, manipulamos nossos órgãos. Seja para dar aquela ajeitada na cueca ou até mesmo aquela competição de quem faz xixi mais longe quando criança.

Torna-se até banal manipular o “amigão”. Bem diferente do órgão feminino, que é interno e só por isso, já não o torna tão manipulável. Especialistas em educação sexual acabam relatando que a descoberta pelos órgãos sexuais femininos, muitas vezes, se dá só após a primeira menstruação, com o aparecimento de cólica e sangramento. Esses são sinais desconfortáveis para a menina que ainda não sabe sobre o assunto. Logo, o despertar para o sexo acaba, algumas vezes, sendo encarado como algo negativo. O interesse sexual acaba sendo passado para frente.

Questões culturais ainda são presentes

Embora estejamos em 2019, alguns padrões de algumas décadas atrás ainda estão presentes no nosso dia a dia. E digo por experiência mesmo. Meus amigos brincam que vão levar meu filho a “algumas festinhas” quando ele completar 16 anos. Outros amigos dizem que vão liberar as filhas para namorar só após os 30.

Brincadeiras à parte, isso acaba sendo reflexo da cultura e da educação que tivemos, de que os meninos precisam mostrar sua virilidade desde cedo e de que as meninas precisam preservar sua virgindade a sete chaves. O padrão machista e sexista, nessas situações, é, infelizmente muito presente.

As diferenças de sexo e de comportamento nos esclarecem sobre muitas coisas. Tanto homens quanto mulheres, no entanto, ao pensar sobre o assunto, devem ter claro uma coisa: sexo envolve muito mais do que uma disseminação de espermatozoides para povoar um planeta ou o simples fato de aliviar aquele tesão. Envolve química sim, mas envolve responsabilidade e respeito, não só ao outro, mas a si mesmo. As diferenças são incontestáveis do ponto de vista anatômico, mas do ponto de vista social, muito ainda precisa ser mudado. Porque no fim, meu amigo, todo mundo só pensa naquilo!

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