Receita: Bacalhau Gadus Morhua com confit de tomate

Foto Clóvis Medeiros, divulgação

Este prato, lindo e saboroso, preparado pelo chef nordestino Keké Telles, foi escolhido para ser a capa da Revista Chef Magazine editada pelo jornalista Clóvis Medeiros. Seu preparo é fácil.

Receita para 10 pessoas

Ingredientes:

3 kg de bacalhau Gadus Morhua dessalgado
500 ml de azeite de oliva extra virgem
10 tomates italianos sem semente
1 cabeça de alho
10 cebolas pequenas sem casca
1 vidro pequeno de azeitonas pretas
1 vidro pequeno de azeitonas verdes
Pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

Em uma panela, coloque o azeite de oliva e frite a cebola e os dentes de alho inteiros. Acrescente os tomates, as azeitonas, a pimenta-do-reino e deixe cozinhar, em fogo baixo, por aproximadamente 30 minutos, até os tomates ficarem macios.
Em uma frigideira, coloque azeite de oliva e sele as postas de bacalhau cortadas
em quadrado e com a pele. Finalize fazendo uma cama com os tomates, a cebola e as
azeitonas e, em seguida ,coloque a posta selada por cima e sirva.
Para acompanhar, recomento os vinhos catarinenses Merlot e, de castas portuguesas, vinhos brancos estruturados e tintos médios.

 

“Quem é do mar não enjoa!”

Foto Beto Barreiros

Essa frase do grande cantor e compositor Martinho da Vila, cai como uma luva para quem gosta do mar. Basta o dia estar lindo, para que o casal Graci e Evandro Parente aproveitem os seus momentos à bordo, com o filho Pedro e amigos, para renovar energias. Na foto, uma massa tipo penne que, após cozida, recebeu um molho feito de alho e cebola refogados no azeite de oliva, pimenta-do-reino e sal, molho quatro queijos, um pouco de creme de leite e por último os camarões, que regaram a massa. Mar de almirante, ótimos amigos e boa comida são um presente de Deus.

Dobradinha, uma delícia

Foto Beto Barreiros

Quem poderia imaginar que em um campo de golf é possível saborear esta delícia própria para o inverno? Pois bem, o Chef Valdemir Bento, do Costão Golf, localizado no Rio Vermelho, prepara dobradinha, carreteiro, entrevero, cozido e seus acompanhamentos, em panela de ferro e serve em buffet. Fiquei só na dobradinha, de tão boa que estava. O local é acessível para todos e você ainda ganha um visual de cinema. Quando morei em Chapecó, no Oeste catarinense, após as festas normalmente era servida dobradinha – lá chamada de mondongo ou camarão do oeste por causa do cor do molho e do formato do corte.

 

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