Está na hora de sexualidade virar manchete

O que os homens jamais devem fazer na hora do sexo
Foto: Pixabay

Apesar de todos os tabus envolvendo sexualidade e das dificuldades suportadas pelas mulheres para poder fala sobre sexo, sem dúvida, esse assunto é uma realidade e motivo de pesquisas em todo mundo.

As taxas de separações e a grande procura por respostas no consultório médico mostram a cada dia o quanto estamos carentes nesse quesito.

A era das redes sociais deturpa notícias e faz comparações. Uma mulher transa todo dia e a outra uma vez por semana. E se você está satisfeita com a qualidade da sua relação uma vez na semana, não existe problema algum nisso. Não existe quantidade de dias ideais, existe sim satisfação daquilo que você julga ótimo para você.

Aliás, a rede social, o telefone, o trabalho e a falta de tempo fazem qualquer pessoa trocar qualquer programa a dois por uma boa noite de sono.

Mas, muitas mulheres querem mudar esse paradigma. Desejam melhorar sua vida sexual e consequentemente sua relação consigo mesmo. Afinal de contas, sexo faz parte da vida.

Alguns estudos já foram publicados numa tentativa de entender a resposta sexual feminina e as possíveis disfunções sexuais, que se dividem em falta de desejo, incapacidade de obter orgasmo, dor na relação e dificuldade à penetração. A falta de desejo lidera o ranking das principais queixas e estatisticamente atinge até 35% das mulheres.

As causas podem ser diversas, incluindo a própria fase da mulher como pós-parto, amamentação, menopausa, uso de antidepressivos, estresse, dinâmica do relacionamento, entre outras. E devem e merecem serem tratadas por especialista.

Entre as teorias, para que haja resposta sexual feminina é fundamental que ocorra integração com o parceiro ou parceira já que muitas mulheres buscam a satisfação sexual na interação afetiva sendo o orgasmo o topo da resposta para esse estímulo de prazer.

Apesar disso, vale lembrar que a sexualidade não envolve apenas a relação sexual com penetração, ela está relacionada à vida, sensações, sentimentos e emoções relacionados ao prazer.

E o prazer está quimicamente associado a liberação se algumas substâncias como a endorfina, a serotonina, a e ocitocina e fisicamente associado a felicidade.

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Dra. Luisa Aguiar
Luísa Aguiar da Silva Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela AMB Especialista em Uroginecologia pela Unifesp Professora da disciplina Materno Infantil da Universidade do Sul de Santa Catarina Proprietária junto com a Dra Raquel Aguiar – minha mãe – da Clínica Urogine