Versar 13: o Cacau é o cara

Quem convive mais de perto comigo sabe da minha admiração pelo Cacau Menezes. Eu faço parte daquele time tradicional de leitores do DC, que começa a leitura do jornal de trás para frente.

Sim. Às vezes, discordo das opiniões dele. Aliás, todo mundo que mora em Santa Catarina, algum dia na vida, já deve ter discordado do Cacau, porque ele é aquela pessoa intensa e irreverente, que expressa espontaneamente o que pensa. Gosto disso!

Minha admiração pelo Cacau passa pela nossa profissão e o que ele construiu em quase 40 anos de carreira. A coluna dele tem o que editores-chefe costumam pedir para colunistas e repórteres: a matéria ou a nota precisa ter a vida da cidade, o papo que está rolando no boca-a-boca, o clima do lugar e, importantíssimo, informações exclusivas do nosso Estado. Ouso opinar que os espaços do colunista no jornal, na TV e no site são os mais privilegiados da imprensa catarinense, com alto índice de leitura e de repercussão. Quando algo sai no Cacau, dá o que falar, as pessoas correm para responder, o poder público vai resolver… Não se constrói uma história assim sem talento e muito suor. O Cacau é o cara.

Assim, não poderia estar mais feliz ao entregar a vocês, leitores, a Versar deste fim de semana, com o Cacau assinando a nossa reportagem de capa sobre um assunto que ele sabe como ninguém. O verão, especialmente o de Florianópolis, é nossa menina dos olhos.

Além do colunista, convidamos experts em temas da temporada, como gastronomia e baladas, para indicarem suas apostas para 2018. E até o Puchalski nos conta que deve chover menos do que o tradicionalmente previsto no próximo verão.

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